A Universidade de Almería não endossou um estudo sobre presença de grafeno nas vacinas

Publicado em 08/09/2021 às 17:54

Publicações em redes sociais e sites, compartilhadas mais de 80 vezes desde pelo menos julho de 2021, afirmam que um estudo da Universidade de Almería, na Espanha, teria detectado a presença de óxido de grafeno e grafeno nas vacinas contra o novo coronavírus. No entanto, especialistas ouvidos pela AFP dizem que não há evidências da presença dessas substâncias nos imunizantes. Além disso, a universidade não corrobora o documento, que também não foi revisado por pares.